segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Nuvens de Outrora

Guardo resquícios de uma lembrança
Que o tempo seco apaga ao nascer d'alvorada
Lembro dos bons tempos de criança
De acordar com o som da chuva na madrugada
Dia após dia sempre vem a esperança
De sentir a brisa anunciando sua chegada

Sinto na cama respingo da chuva no telhado
E todo frio e conforto que traz consigo
Tempo atrás só havia mato seco e queimado
Ação do Homem considerado da natureza um amigo
Ontem o solo úmido e o tempo nublado 
Hoje a paz e a segurança da chuva guardo comigo
Amanhã a esperança de ter um tempo fechado
Peço a Deus para todos uma chuva e um abrigo